Como vencer todos os chefes de Hades 2

Esse post contém dicas para derrotar chefes como Cérbero e Polifemo. Entenda os padrões de ataque e saiba o momento certo de atacar ou recuar.
Transforme a hesitação em vitória!

Os chefes de Hades 2 são os maiores obstáculos que o jogador enfrenta ao longo da jornada. Cada um tem padrões de ataque próprios, fases diferentes e golpes que mudam completamente o ritmo da luta. Para avançar, é necessário observar, reagir rápido e entender o momento certo de atacar ou recuar.

Como vencer todos os chefes de Hades 2

As batalhas estão divididas entre o Submundo e a Superfície, com arenas variadas e desafios que aumentam a dificuldade conforme Melinoë se fortalece. A seguir, estão todas as lutas principais contra os chefes de Hades 2, com informações diretas sobre os ataques, pontos fracos e estratégias práticas para vencer cada confronto.

Chefes de Hades 2 – Submundo

Melinoë não nasceu para observar. Enquanto o tempo se desdobra sobre o império de Cronos, ela carrega a missão de restaurar o equilíbrio perdido. A jornada em Hades 2 é uma travessia emocional e física: a busca da filha de Perséfone é também um enfrentamento contra a herança de sua própria linhagem. 

Em cada sala, há ecos de vozes antigas, e em cada inimigo, um lembrete de que o Submundo não perdoa hesitação. Ao contrário do primeiro jogo, agora há dois caminhos, o familiar Submundo e a traiçoeira Superfície. 

Ambos guardam inimigos que não só defendem seus domínios, mas também testam a essência de quem se atreve a enfrentá-los. Os chefes de Hades 2 representam esse limite entre sobrevivência e transcendência.

Hécate

Hecate
Foto: Hades 2

O primeiro encontro com Hécate é um choque entre respeito e desafio. Ela não é apenas uma inimiga; é a própria figura que moldou Melinoë. O duelo acontece em um campo ritualístico, cercado por símbolos mágicos que brilham enquanto os feitiços cortam o ar. Hécate domina a arte de dividir-se em cópias, criando a sensação de que o tempo se dobra à sua vontade.

Cada golpe dela é um lembrete de que conhecimento também pode ferir. A melhor forma de vencê-la não é atacando sem pensar, mas dançando entre seus feitiços. Esperar o momento em que ela recua, perceber o breve intervalo antes da conjuração seguinte e agir com firmeza. 

Cila e as Sereias

Cila e suas Sereias transformam o campo de luta em um concerto mortal. A melodia cresce, e cada batida vem acompanhada de explosões, ondas e feixes de energia. A cada segundo, o ritmo muda e o caos se instala. Melinoë precisa aprender a ouvir não com os ouvidos, mas com o instinto.

Primeiro, neutralizar o barulho mais perigoso: a baterista que cria zonas de impacto. Depois, seguir com calma, atacar o grupo em sintonia é suicídio. Cila, ao centro, dita o compasso, e quando sua voz se eleva, o ar se parte em ondas de energia. 

Cérbero

Nada dói mais do que lutar contra alguém que já foi aliado. Cérbero, o guardião do Submundo, está tomado por uma corrupção escura que faz de seus olhos poços de raiva. A arena treme a cada golpe, e o ar se enche de cinzas quando ele ruge.

A batalha é longa. Cérbero ataca com garras que quebram o chão e mordidas capazes de engolir Melinoë inteira. O segredo é o movimento: não se deixar cercar, não encarar a fera de frente. Há momentos em que ele parece hesitar, como se a lembrança de tempos passados o tocasse e é aí que a esperança cabe num golpe.

Cronos

Enfrentar Cronos é encarar o próprio medo da derrota. O Titã do Tempo manipula o campo de batalha como um maestro. A foice rasga o ar com movimentos lentos e certeiros, e cada erro é punido com brutalidade. Quando ele estala os dedos, o mundo congela por um instante, e o som se apaga.

A luta acontece em duas fases, cada uma mais insana que a anterior. Na primeira, Cronos parece brincar, testa Melinoë, medindo sua resistência. Porém, na segunda, o tempo se dobra, a luz desaparece, e a arena vira um relógio vivo, com monstros em forma de ponteiros atacando de todas as direções.

Superfície

A subida para a Superfície traz um novo tipo de dor. O ar pesa diferente, o frio corta, e a luz, algo que parecia ser alívio, também fere. Fora do Submundo, os chefes de Hades 2 mostram outra face da mitologia: gigantes, deuses esquecidos e criaturas que representam o poder cru da Terra e do Céu. Lá, Melinoë enfrenta não apenas inimigos, mas também o próprio limite físico.

Polifemo

O ciclope Polifemo guarda as ruínas de Éfira, e o seu olhar solitário reflete algo além da brutalidade, um tipo de melancolia primitiva. Seus golpes são lentos, mas devastadores. Ele esmaga o solo e cria ondas de energia que varrem a arena. O segredo é simples: não enfrentar sua força de frente.

Melinoë precisa circular, atacar pelas costas, aproveitar a lentidão de seus movimentos. Há momentos em que o gigante se ajoelha, furioso, abrindo uma brecha preciosa. 

Éris

É impossível lutar contra Éris sem sentir o caos se espalhar dentro de você. Armado com um canhão de adamante, o mesmo que já vimos nas mãos de Zagreu, o confronto é um festival de tiros, explosões e luzes. Cada granada muda o formato da arena, e cada rajada obriga o jogador a mover-se o tempo todo.

Não há espaço para pressa. A estratégia é sobreviver ao ritmo dela, esperar o momento em que precisa recarregar e agir com precisão. 

Prometeu

O duelo contra Prometeu é o equilíbrio entre sabedoria e fúria. O Titã, aprisionado e consumido por sua própria chama azul, ataca com precisão cruel. A cada golpe, o chão incendeia, e a arena se transforma em um campo de armadilhas. Ao seu lado, a águia Aetos observa cada movimento, pronta para atacar.

Aqui, a tática não é resistir, mas compreender. Prometeu testa a capacidade de adaptação do jogador. O segredo está em usar a própria energia contra ele, desviando, recuando e aproveitando o instante em que a chama se apaga.

Os chefes de Hades 2 são os maiores obstáculos que o jogador enfrenta ao longo da jornada. Cada um tem padrões de ataque próprios, fases diferentes e golpes que mudam completamente o ritmo da luta. Para avançar, é necessário observar, reagir rápido e entender o momento certo de atacar ou recuar.

As batalhas estão divididas entre o Submundo e a Superfície, com arenas variadas e desafios que aumentam a dificuldade conforme Melinoë se fortalece.

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